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20 de novembro de 2016

Da Misericórdia à Chama Jubilar



O ano de 2016 foi marcado por dois acontecimentos importantes: o Ano Jubilar da Misericórdia, o qual se encerrará hoje, dia 20 e a Abertura do Ano Jubilar da RCC com o acender da Chama Jubilar em Julho na cidade de Aparecida (SP).

O Ano da Misericórdia se encerra, mas a misericórdia de Deus por seus filhos continua, e o chamado a sermos misericordiosos.

A chama que foi acessa em Aparecida (SP), está se espalhando por todas as dioceses do estado, a primeira a receber a chama foi à Diocese de Estância, em seguida a Arquidiocese de Aracaju e por último a Diocese de Propriá. E a partir dai se espalhou por todos os Grupos de Oração de Sergipe. E a alegria de Pentecostes se fez presente em cada cerimonia.

E hoje somos chamados a sermos guardiões dessa chama, e espalhá-la aos quatros cantos do estado. De levarmos a verdade, a verdade plena que é Jesus Cristo.

No próximo ano, teremos duas comemorações, uma com o Papa Francisco em Roma dia 29 de maio de 2017 com nossos irmãos da RCC de outros países, e uma aqui que acontecerá nos dias 28/07 a 02/07 na Canção Nova, na cidade de Cachoeira Paulista (SP). É o Deus misericordioso que se derrama de amor por nós!

Rumo ao Jubileu de Ouro da RCC!

16 de novembro de 2016

Audiência: suportar com paciência as fraquezas do próximo

Quarta-feira é dia de Audiência Geral no Vaticano. Na Praça S. Pedro, cerca de 25 mil fiéis e peregrinos ouviram o Papa Francisco falar de uma obra de misericórdia que todos conhecem, mas que dificilmente se coloca em prática: suportar com paciência as fraquezas do próximo.

“Com grande facilidade, sabemos reconhecer a presença de pessoas que podem nos incomodar. Logo pensamos: por quanto tempo deverei ouvir as lamentações, as fofocas, os pedidos ou os triunfos desta pessoa?”, questionou o Papa, recordando que na maioria das vezes são pessoas próximas a nós, como parentes e colegas de trabalho.

Na Bíblia, Deus nos ensina a ser pacientes e misericordiosos, como Ele mesmo o foi com o povo hebreu que se lamentava contra Ele durante o Êxodo, ou como Jesus que, aos Apóstolos tentados pelo poder e pela inveja, procurava, com muita paciência, fazer-lhes enxergar aquilo que era o essencial na sua missão.

Exame de consciência

É fácil falar dos defeitos dos outros, disse o Papa, mas nós fazemos um exame de consciência para ver se somos nós que importunamos?

Neste sentido, são importantes também outras duas obras de misericórdia: ensinar os ignorantes e corrigir os que erram. “Penso por exemplo nos catequistas – entre os quais as muitas mães e religiosas – que dedicam tempo para ensinar às crianças os elementos basilares da fé. Quanto esforço, sobretudo quando os jovens preferiram brincar ao invés de ouvir o catecismo!”

Acompanhar na busca do essencial é belo e importante, disse o Papa, porque nos faz compartilhar a alegria de saborear o sentido da vida. Diante de pessoas que buscam satisfações imediatas e efêmeras, é muito importante saber dar conselho, admoestar e ensinar.  

Evitar as tentações da inveja, ambição e adulação

Para Francisco, ensinar a descobrir o que o Senhor quer de nós e como podemos corresponder significa colocar-se no caminho para crescer na própria vocação e evitar de cair na inveja, na ambição e na adulação – tentações sempre à espreita inclusive entre os cristãos.

Todavia – advertiu o Pontífice –, aconselhar, admoestar e ensinar não nos devem fazer sentir superiores aos outros, mas nos obriga a olhar para nós mesmos para verificar se somos coerentes com aquilo que pedimos aos outros.

“Não nos esqueçamos das palavras de Jesus, concluiu o Papa: ‘Por que olha para o cisco no olho do irmão, ignorando a trave que está no seu? Que o Espírito Santo nos ajude a ser pacientes em suportar e humildes e simples ao aconselhar.”

Infância e Adolescência

Depois de sua catequese, o Pontífice recordou que no próximo domingo, 20 de novembro, celebra-se o Dia Mundial dos direitos da infância e da adolescência.

“Faço um apelo à consciência de todos, instituições e famílias, para que as crianças sejam sempre protegidas e o seu bem-estar, tutelado, para que jamais caiam em formas de escravidão, recrutamento em grupos armados e maus-tratos. Faço votos de que a comunidade internacional possa proteger suas vidas, garantindo a cada menino e menina o direito à escola e à educação, para que seu crescimento seja sereno e olhem com confiança para o futuro.” 


8 de novembro de 2016

Papa: "Sede de poder e deslealdade são incompatíveis com o serviço"


Para servir bem o Senhor, não podemos ser desleais e nem buscar o poder. É a síntese da homilia de Francisco na missa celebrada na manhã da terça-feira (08/11), na Casa Santa Marta. O Pontífice reiterou que não se pode servir Deus e o mundo.

“Somos servos inúteis”, disse o Papa, reiterando que “todo verdadeiro discípulo do Senhor deve repetir esta afirmação repetir a si mesmo”.

O desejo de poder nos impede de servir o Senhor

Mas quais são, questiona o Papa, os obstáculos que nos impedem de servir o Senhor com liberdade? São muitos, constata com amargura, e “um é a sede de poder”:

“Quantas vezes vimos, até em nossas casas: ‘aqui sou eu que comando!’. E quantas vezes, sem dizê-lo, fizemos ouvir aos outros ‘que aqui eu comando’, não? Mostrar isso... A sede de poder... E Jesus nos ensinou que aquele que comanda se torna como aquele que serve. Ou se alguém quiser ser o primeiro, seja servidor de todos. Jesus reverte os valores da mundanidade, do mundo. E este desejo de poder não é o caminho para se tornar um servo do Senhor, ao contrário: é um obstáculo, um destes obstáculos que rezamos ao Senhor para que afaste de nós”.

Não à deslealdade de quem quer servir Deus e o dinheiro

O outro obstáculo, prossegue Francisco, se verifica “também na vida da Igreja”, e é “a deslealdade”. E isto – adverte o Papa, acontece “quando alguém quer servir o Senhor enquanto serve outras coisas que não são o Senhor”.

“O Senhor nos disse que nenhum serviço pode ter dois patrões. Ou serve Deus ou serve o dinheiro. Foi Jesus que o disse. E este é um obstáculo: a deslealdade; que não é o mesmo de ser pecador. Todos somos pecadores e nos arrependemos disso, mas ser desleais é fazer jogo duplo, não? Jogar à direita e à esquerda, jogar com Deus e jogar com o mundo, não? Isto é um obstáculo. Aquele que tem sede de poder e aquele que é desleal dificilmente podem servir ou serem servos livres do Senhor”.
Estes obstáculos, a sede de poder e a deslealdade, retoma Francisco, “tiram a paz e te causam um tremor no coração que não deixa em paz, mas sempre ansioso”. E isto, reitera, “nos leva a viver naquela tensão da vaidade mundana... viver para aparecer”. 

O serviço de Deus é livre, nós O servimos como filhos, não como escravos

Quanta gente “vive somente para ser vitrina, para aparecer, para que digam: 'Ah, como ele é bom...', tudo pela fama. Fama mundana”. E assim, - é a sua advertência -, “não se pode servir o Senhor”. Por isso, - acrescenta -, “pedimos ao Senhor para remover os obstáculos para que com serenidade, seja do corpo, seja do espírito”, possamos “dedicar-nos livremente ao seu serviço”:

“O serviço de Deus é livre: nós somos filhos, não escravos. E servir Deus em paz, com serenidade, quando Ele mesmo tirou de nós os obstáculos que tiram a paz e serenidade, é servi-Lo com a liberdade. E quando servimos o Senhor com liberdade, sentimos a paz ainda mais profunda, não é verdade? Da voz do Senhor: 'Oh, vem, vem, vem, servo bom e fiel’. E todos nós queremos servir o Senhor com bondade e fidelidade, mas precisamos de sua graça: sozinhos não podemos. E por isso, pedir sempre esta graça, que seja Ele a remover esses obstáculos, que seja Ele a nos dar essa serenidade, essa paz do coração para servi-Lo livremente, não como escravos: mas como filhos”.

“Liberdade no serviço”. Francisco evidencia assim que também quando o nosso serviço é livre, devemos repetir que “somos servos inúteis” conscientes de que sozinhos não podemos fazer nada. “Somente - afirma - devemos pedir e dar espaço para que Ele faça em nós, e Ele nos transforme em servos livres, em filhos, não em escravos. Que o Senhor - é a invocação do Papa - nos ajude a abrir o coração e deixar trabalhar o Espírito Santo, para que remova de nós esses obstáculos, especialmente o desejo de poder que faz tanto mal, e a deslealdade, a dupla face de querer servir Deus e o mundo”. “E assim - concluiu – nos dê essa serenidade, essa paz para poder servi-Lo como filho livre, que no final, com muito amor, Lhe diz: 'Pai, obrigado, mas o Senhor sabe: eu sou um servo inútil”.


21 de agosto de 2016

Juninho Cassimiro envia a carta do mês de agosto para todos os artistas

No dia 22 de agosto viveremos a intercessão pelo ministério de música e artes, Juninho Cassimiro envia a carta do mês de agosto para todos os artistas com o título "O louvor por amor, aos moldes de Maria!". Durante esses anos os artistas tem feito uma profunda formação através das meditações aos moldes de Maria. Podemos citar nesse mês uma frase encontrada na carta de agosto, "Até os serafins podiam descer do céu para aprender no coração de Maria a maneira de se amar a Deus." (S. Afonso de Ligório), você pode conferir o texto completo através do link, www.musicaeartesrcc.com/mobilizacao ainda nesse mesmo link encontram-se todas as cartas dos meses anteriores.

20 de agosto de 2016

Família, Alicerçada em Deus, dá Certo

Queridos irmãos, nesta Semana da Família estabelecida pela Pastoral da Família da CNBB, queremos dirigir uma mensagem aos casais que enfrentam muitas dificuldades na condução de suas famílias e, também aos casais de noivos, que estão sonhando com o dia em que, no altar do Senhor, selarão este pacto de amor, através da ação do Espírito Santo.

Nos tempos atuais, o Inimigo tem investido ferozmente em ataques contra a Família, instituição de caráter divino (Gn 1,27). Tem-se difusas ideias como: “casamento é o bom viver. Não precisa do Sacramento”, “Não vale apena ter filhos, por causa das drogas, da violência em geral, pois estes quando crescem só dão trabalho”, “Família necessariamente não precisa ser formada por duas pessoas de sexos opostos”.

Tais concepções, vão entrando em nossa mente e muitas das vezes, até influenciam em nossas decisões. Por isso, que, com o nosso testemunho, queremos levar aos casais uma mensagem de que vale sim apena formar uma família, pois se a construirmos alicerçada em Deus, não estará fadada ao fracasso e sim ao sucesso, porque tudo podemos Naquele que nos fortalece (Fil 4, 13).

Há 23 anos atrás, algumas concepções como as citadas acima e outras já eram correntes em nosso meio. Lembramos de um fato que marcou. Em nossa Paróquia tinha um padre que dizia “quem ganha apenas um salário mínimo não pode casar”. Esta frase, no primeiro momento, nos inquietou, pois já estávamos noivos e apenas um trabalhava e recebia exatamente um salário mínimo. Entretanto, como éramos de caminhada em um grupo de oração da RCC, colocamos diante do Santíssimo esta questão e todas as demais inquietações: não tínhamos casa própria, o desejo de ter filhos etc.

No dia 10 de dezembro de 1993, mesmo sem ter tudo o que o “mundo” diz ser indispensável para formar uma família, refiro-me a bens materiais, e que são importantes, mas não determinantes, decidimos, após quatro anos e meio de namoro, comparecer ao Altar do Senhor e selar o nosso amor. 

Não demorou muito para que as bênçãos de Deus começassem a ser derramadas. No dia 23 de dezembro do mesmo ano, eu (Gilson) recebi a correspondência do Tribunal de Justiça de Sergipe para assumir o cargo de Técnico Judiciário, fruto de um concurso que tinha feito há quase quatro anos atrás. Tomei posse e passei a ganhar cinco salários mínimos. Seis meses depois, minha esposa ficou grávida. Morávamos numa casinha alugada de apenas dois compartimentos, todos bem apertadinhos. Mas nosso filho Deninho foi recebido com muita alegria e ali cresceu e viveu um bom tempo, fazendo a alegria da casa.

Anos depois, através de um programa do Governo Federal, fomos agraciados por Deus com uma casa grande em um Bairro nobre de nossa Capital, na qual vivemos até hoje. Nosso filho cresceu e hoje faz faculdade e, o mais importante, guarda a semente da Palavra de Deus, que desde pequenino, nos retiros da RCC, foi plantada em seu coração.

Podemos hoje, depois de 23 anos de casamento, enfrentando muitas dificuldades, é verdade, mas sempre seguros nas mãos de Deus, podemos dizer: Obrigado Senhor por nos fazer conhecer e nos unidos pelo Sacramento da Ordem, pelo filho que nos destes, pelos bens materiais concedidos e, principalmente pelos espirituais, adquiridos durante a caminhada no GO.
“Onde tem Família tem Alegria”

Gilson Rodrigues e Joelma da S. Rodrigues
Coordenadores Estaduais do Ministério Para as Famílias

18 de agosto de 2016

Família: Rever atitudes e práticas pastorais

Neste ano, há motivações especiais para celebrar a Semana Nacional da Família, dentro mês vocacional de agosto: temos os ricos ensinamentos exortações pastorais do Papa Francisco, na Exortação Apostólica pós-sinodal Amoris Laetitia, sobre a alegria do amor no matrimônio e na família. Este também é o tema do curso anual do clero da Arquidiocese de São Paulo, em Itaici.
Para muitos, o casamento e a família “tradicionais” já foram superados e substituídos por diversas formas de união, que pretendem ter reconhecimento igual ao que sempre foi tido como casamento e família. Para outros, a família é como um barco à deriva e já não vale a pena dedicar-lhe esforços, para tentar salvá-la. Será assim mesmo?
Por que o Papa Francisco exorta a Igreja e a sociedade a dedicarem uma renovada atenção ao casamento e à família?  O motivo é simples e profundo, ao mesmo tempo: a família é um bem para a pessoa, a comunidade humana e para a própria Igreja. Casamento e família, embora sejam expressadas em diversas formas culturais, não são meros produtos da cultura, mas são parte integrante da natureza humana e, portanto, parte do desígnio de Deus Criador. Por isso, se “Deus viu que era bom, muito bom” (cf Gn 1,31), a Igreja, como anunciadora e testemunha daquilo que se refere a Deus, não pode deixar de se interessar pelo casamento e a família.
No entanto, a atenção à família e ao casamento é complexa, uma vez que se trata de realidades profundamente ligadas às contingências humanas, históricas e culturais. É preciso anunciar o ensinamento da Igreja, mas também é necessário confrontar-se com as realidades que temos diante de nós, e que não correspondem sempre ao ideal que anunciamos. Foi por isso que o Papa convocou uma assembleia extraordinária do Sínodo dos Bispos (2014) para refletir sobre a situação atual do casamento e da família no mundo e sobre os desafios que daí decorrem para a missão evangelizadora da Igreja.
Seguiu-se a Assembleia ordinária do Sínodo, em 2015, para refletir sobre a vocação e a missão da família no contexto atual da Igreja e da sociedade; as reflexões foram assimiladas pelo Papa e traduzidas na Exortação Apostólica Amoris Laetitia, sobre a alegria do amor no casamento e na família. Uma afirmação de Francisco permite-nos perceber logo por que a Igreja continua a acreditar que é importante e vale a pena tratar do assunto: “as famílias não são um problema; elas são, sobretudo, uma oportunidade” (nº 7). Aonde quer chegar o Papa com as exortações dadas?
Penso que o Documento aponta para novas posturas e novas práticas em relação ao casamento e à família. O Papa não fez mudanças doutrinas no ensino da Igreja sobre casamento e família. Mas, isso sim, insiste sobre novas práticas evangelizadoras e pastorais, que vão desde a melhor compreensão e o renovado anúncio do “Evangelho do casamento e da família” na Sagrada Escritura e no Magistério da Igreja, passando por uma atenção carinhosa aos jovens que se preparam ao casamento, pelo acompanhamento dos casais e das famílias novas, por uma atenção especial e misericordiosa em relação aos casais e famílias que crises e angústias.
Mas as novas práticas pastorais também passam por novas práticas canônicas quanto à verificação da validade dos casamentos e da possibilidade de realizar um casamento válido diante da Igreja. Enfim, fazendo eco às manifestações das duas assembleias sinodais, o Papa Francisco exorta a Igreja toda a ser acolhedora e misericordiosa em relação a todas as famílias, mesmo quando não é possível “regularizar” as situações contrastantes com o ensino da Igreja; ninguém deve encontrar fechadas as portas da Igreja, mesmo quando não dá para atender ao que as pessoas pedem. O Papa lembra que a Igreja não condena ninguém antecipadamente, mas aponta a todos o caminho da misericórdia e da conversão; a todos indica as riquezas inesgotáveis do Evangelho da salvação e convida a caminhar por elas.
Em poucas palavras, eu diria que Francisco nos tira da “zona de conforto” e nos leva a rever atitudes eclesiais e práticas pastorais em relação ao casamento e à família. Aqui também se aplica o conceito de “conversão pastoral”, que ele usou na Exortação Apostólica “Evangelli Gaudium (A Alegria do Evangelho”, 2014). A caridade pastoral e o desejo de fazer chegar a todos a Boa Nova da salvação ajudarão a realizar as mudanças necessárias.

Cardeal Odilo P. Scherer
Arcebispo de São Paulo

ANO PRÉ-JUBILAR, A FESTA COMEÇOU!

Neste Ano Pré-Jubilar, convido a todos os Grupos de Oração do nosso Estado, a estarem em perene celebração! É festa! 

A chama que foi acessa no Congresso Nacional começa a se espalhar nas Dioceses e Grupos de Oração. Vamos rumo ao Jubileu de Ouro da RCC!

Nesse Espírito, partilho com vocês a alegria de comemorar os 21 anos do meu Grupo de Oração Nossa Senhora da Piedade! "O Grupo de Oração é a célula fundamental da Renovação Carismática Católica." Tudo deve convergir para o GO.

Todo e qualquer serviço nosso vai passar, só não deve passar o GO!Eu amo o meu GO! Ele me ajuda a ser mais Igreja e mais de Deus!
Convido a todos os meus irmãos carismáticos a conhecerem os inícios dos seus Gos e festejarem neste Ano Pré-jubilar, pois foi neles que o Senhor nos plantou.


Abraço fraterno!

Edna Bezerra
Presidente do Conselho Estadual da RCCSE

29 de julho de 2016

CARTA AOS FORMADORES, JULHO/2016

Caríssimos irmãos e irmãs, servos do Senhor no Ministério de Formação da RCCBRASIL, graça e Paz!

Quando nos colocamos em oração, Deus, que é comunicativo, sempre nos revela aquilo que muitas vezes não conseguimos enxergar com nossos olhos humanos frágeis e limitados. No 1º domingo de cada mês, portanto, além de mantermos despertada a memória de Deus mediante a nossa intercessão pelo Ministério de Formação da RCCBRASIL, conseguimos escutar as orientações divinas para a continuidade de nossa missão. Algumas palavras-chave saltaram aos nossos olhos em nossa escuta profética do mês de julho/2016:

1)      Deus está cuidando dos Formadores – às vezes, no ardor da missão, vamos nos machucando, nos desiludindo e até mesmo esmorecendo. Neste mês de julho o Senhor nos diz assim: “Coloco cada um de vós no meu Coração”. Este é um ato de profundo amor para com todos os formadores. Deixemo-nos cuidar pelo Senhor, confiemos a Ele as feridas da caminhada na certeza de que somente Ele tem o remédio necessário. Não guardemos as dores, os inconformismos, os maus sentimentos, os rancores, o marasmo, a indiferença, o desânimo; ao contrário, mergulhemos no Coração de Deus para sairmos de lá pessoas renovadas, curadas, regeneradas. O Senhor nos convida a encostarmo-nos em Seu peito para sentirmos Seu Coração bater de amor por nós; convida-nos ao essencial que é estarmos como discípulos sempre aos Seus pés; independentemente do que estiver acontecendo devemos olhar fixamente para Jesus, não obstante as tempestades no mar, Ele está no barco e isso basta. O Senhor quer nos revigorar! Peçamos, pois, uma poderosa efusão do Espírito Santo que nos revigore, que revigore nossas forças, que fortaleça nossos pés e joelhos para sermos missionários-formadores incansáveis no cumprimento de nossa vocação. Precisamos permanecer Nele, plantados à beira das águas. Sobre esta palavra-chave meditemos durante este mês em Oseias 11,8-11.


2)      Não parar diante dos obstáculos e dificuldades – todo aquele que se põe a realizar a vontade do Senhor sempre encontrará obstáculos e dificuldades de todas as ordens (pessoais, comunitárias, resistências, preconceitos, incompreensão). Como pessoas de fé, como discípulos-missionários de Jesus Cristo, como pessoas batizadas no Espírito Santo, qual deve ser a nossa atitude diante de tais obstáculos? Não esmorecer, aguentar firmes, deixarmo-nos guiar por Ele para desviarmos ou superarmos os obstáculos, ir à Nascente das Águas que é Jesus e beber gratuitamente da água viva. Acerca desta palavra-chave meditemos sobre o Salmo 67,7-11.


3)      Há uma missão ainda mais arrojada à frente – Assim diz o Senhor: “Permanecei sob minha sombra, pois terras novas temos para adentrar”. Além disso, em discernimento sobre a Palavra de João 8, 1-8 o Senhor nos revela que Ele mesmo fará brotar do terreno seco belíssimos frutos. O Senhor está nos preparando e fortalecendo para um tempo ainda mais forte na missão de resgatarmos nosso povo da ignorância, pois o povo se perde por falta de conhecimento. A formação é para todos, ninguém deve ser excluído de nosso campo missionário. Portanto, acerca desta palavra-chave meditemos neste mês sobre João 8,1-8.


4)      Formadores convocados à santidade – para nos mantermos revigorados e de pé é necessário renovar o nosso compromisso, o nosso firme propósito com uma vida de santidade. Neste mês de julho o Senhor vem nos exortar sobre o perigo da dupla realidade de vida, pessoas que servem a Deus, mas vivem uma vida velha. A exemplo do que nos inspira o Salmo 67, 7-11, ponhamos nossas delícias na Lei do Senhor, esmeremo-nos por espalhar o perfume da santidade de Cristo aonde formos, para quem ensinarmos. Caminhemos em humildade, em sabedoria, em prudência e em vigilância contínua, de modo que o Senhor nos encontre preparados. O Senhor nos exorta, pois a reformarmos nosso procedimento e maneira de agir para que sejamos agradáveis a Ele. Sobre esta palavra-chave meditemos em Jr. 7,2-7.


Como fruto de escuta profética de muitos formadores durante o 1º domingo do mês de julho/2016, não temos dúvidas de que esta é a vontade do Senhor a nosso respeito não somente para este mês, mas para a nossa vida. Que nos deixemos revigorar pelo poder do Espírito Santo para, guiados pelo Senhor, superarmos todos os obstáculos e dificuldades, lançando-nos à novidade do chamado missionário que Deus nos faz de acordo com nossa vocação, tendo como “cartão de visitas” não a nossa eloquência, conhecimento humano ou aparência, mas o rosto e o perfume da santidade. Esta é a melhor maneira de evangelizar!



Vinícius Simões
Membro do Núcleo Nacional do MF RCCBRASIL



28 de julho de 2016

"Ao contrário do homem, Deus não se ocupa de questões de poder"

Cracóvia (RV) – O Papa Francisco presidiu na manhã desta quinta-feira (28/07) a primeira missa em terras polonesas, no Santuário mariano de Jasna Gora, em Czestochowa. Chegando de papamóvel, saudou uma dezena de pessoas doentes e cadeirantes que o aguardavam na entrada.  
Coração cristão da Polônia
Um dos lugares de culto e peregrinação mais importantes do país, o Santuário abriga a imagem da Virgem Negra, venerada por milhões de peregrinos todos os anos.
Segundo a tradição católica, ela foi “pintada por São Lucas e apresenta o verdadeiro rosto de Maria”, embora especialistas assegurem que o ícone é bizantino e datado entre os séculos VI e IX. 
A Virgem Negra
Antes de presidir a missa, o Pontífice rezou brevemente na capela diante desta imagem, que apresenta algumas rachaduras provocadas por atos vandálicos no século XV. Obedecendo uma tradição iniciada por Paulo VI, Francisco deixou à Virgem uma rosa de ouro. 
Entretanto, cerca de 300 mil pessoas entoavam cantos e orações no parque do Santuário, à espera do Papa. Centenas de bispos e sacerdotes de várias nacionalidades concelebraram a missa, que recordou os 1050 anos do batismo da Polônia, a conversão do país ao cristianismo. O Presidente, Andrzej Duda, e várias autoridades, também estavam presentes. 
A Eucaristia foi celebrada em latim e polonês. A homilia do Pontífice foi lida em italiano e se concentrou em três conceitos: pequenez, proximidade e concretude de Deus e de Maria. 
Deus é pequeno
“Deus prefere encerrar-se no que é pequeno, ao contrário do homem que tende a querer possuir algo sempre maior. Deixar-se atrair pelo poder, a grandeza e a visibilidade é tragicamente humano; já o Senhor prefere os pequeninos, porque se opõem ao ‘estilo de vida orgulhoso’ que vem do mundo”. “E é por isso que Jesus chama pessoas simples e disponíveis para serem seus porta-vozes”, disse, mencionando João Paulo II e Santa Faustina, “anunciadores mansos e fortes da misericórdia”.  
Deus é próximo
Deus é próximo, “não quer ser temido como um soberano poderoso e distante, mas gosta de caminhar conosco”. A respeito da missão principal da Igreja, o Pontífice disse que “somos chamados a ouvir e se envolver, partilhando as alegrias e as canseiras das pessoas”.  
Deus é concreto 
“O Verbo se faz carne – destacou - e o Eterno se comunica transcorrendo o tempo com pessoas e em situações concretas”. Nesta ótica, o Papa recordou a importância da fé na família, de pai para filho e, sobretudo, pelas mães e as avós, a quem muito devemos agradecer”.  
Maria é pequena
“Maria é a escada que Deus percorreu para descer até nós; é Ela o sinal mais claro da plenitude do tempo”. Para o Papa, Maria “tem aquela pequenez amada por Deus, que ‘pôs os olhos na humildade da sua serva’ e ‘exaltou os humildes’”.  
Maria é próxima
Maria é próxima ao homem “porque nos ajuda a descobrir o que falta à plenitude da vida e nos ensinando a evitar arbítrios e murmurações em nossas comunidades. Como Mãe de família, nos quer guardar juntos”. Partindo deste exemplo, o Papa exortou os fiéis “a superarem as injustiças e as feridas do passado e criar comunhão com todos, sem nunca ceder à tentação de se isolar e se impor”.
Maria é concreta
Terminando sua reflexão, Francisco frisou que Maria é concreta porque “tem a peito os problemas e intervém, sabe identificar os momentos difíceis e dar-lhes remédio com discrição, eficácia e determinação. Não é patroa nem protagonista, mas Mãe e serva”.
Na conclusão, o Papa convidou todos a espelhar-se na “sensibilidade e imaginação de Maria ao servir quem passa necessidade, a dedicar a vida pelos outros sem preferências nem distinções, agindo na pequenez e acompanhando-nos de perto, com coração simples e aberto”.
Visita e oração no Convento das Irmãs da Apresentação
Antes de se dirigir a Czestochowa, na manhã desta quinta-feira (28/07), o Papa Francisco deixou a sede do arcebispado de Cracóvia e foi ao Convento das Irmãs da Apresentação, na Diocese de Balice, a cerca de 17km. As religiosas se dedicam à instrução e à educação cristã da juventude na Polônia, Itália e Ucrânia.
O encontro com 30 religiosas e um grupo de alunos das escolas dirigidas pelo Instituto teve caráter privado. Rezaram todos juntos alguns minutos e o Pontífice deixou uma mensagem no livro de honra. 
“Agradecido pelo vosso precioso serviço, abençoo-vos e encorajo na vossa missão educativa: cultivar com amor as sementes de bondade, beleza e verdade que Deus semeia nas novas gerações”.
Fonte : Rádio Vaticano                                                                                                                                                           http://br.radiovaticana.va/news/2016/07/28/o_senhor_n%C3%A3o_se_ocupa_de_quest%C3%B5es_de_poder/1247422

 
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