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30 de setembro de 2017

Encontrar Jesus, esse é o motivo principal para estarmos aqui


Você quer ser curado? Essa é a pergunta que Jesus nos faz hoje!

Assim, Frei Elias Vella  iniciou a primeira pregação do Encontro Estadual por Cura e Libertação: “Jesus cura, liberta e salva, Ele não nos obriga, espera o nosso SIM, assim como fez como o servo de Jericó “o que queres que eu faça por ti? Precisamos estar limpos. Precisamos pedir insistentemente, pois foi o próprio Jesus que falou que se "pedir receberá".
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A cura só pode ser completa quando encontramos Jesus em nossas vidas.

Frei Elias prosseguiu afirmando que quando louvamos não acrescentamos nada a Deus, somos nós que começamos a mudar através do louvor. Quanto mais louvamos maior nossa intimidade com Ele. Pois o encontro com Jesus se dá através de uma experiência. E muitos têm esse encontro por conta do sofrimento. “Muitos o seguiram porque queriam ser curados”.

Mas devemos da um passo adiante, ir além do estágio de cura e libertação, do encontro de Deus que cura. Encontrar o “Jesus mestre”, aquele que ensina. Para perguntarmos: Senhor o que devo fazer?

É nesse encontro que viveremos a experiência do silencio, de escutar a Deus, de leitura da bíblia, palavra vida, onde Deus fala conosco. E deveremos seremos capazes de discernir: “o que Deus quer de mim?” E vamos perceber que os planos de Deus nem sempre serão nossos planos. 




18 de agosto de 2017

Inscrição para o Encontro Estadual por Cura e Libertação


É com muita alegria que anunciamos que nos dias 30 de setembro e 01 de outubro de 2017, no espaço de evento Gonzagão, em Aracaju/SE, ocorrerá o nosso Encontro Estadual por Cura e Libertação. E terá a presença de Frei Elias Vella, franciscano conventual, escritos e exorcista. 

Sua história...

Frei Elias Vella nasceu na Baía de São Paulo, em Malta. Filho do casal Vincent e Maria, Freddie – seu nome de batismo –, tem uma irmã, Mary. Ele é membro da Província Maltense dos Franciscanos Menores Conventuais. Formou-se teólogo em 1965 pela Universidade Laterana, em Roma (Itália). Por 24 anos foi professor de Teologia Dogmática e Teologia Pastoral no INSERM (Instituto Nacional Studiorum Ecclesiasticorum, Religiosorum Melietensium). 

Este instituto prepara estudantes religiosos de diversas ordens, academicamente e para o sacerdócio. Frei Elias foi Ministro Provincial em sua província, de 1974 a 1986 e pároco em sua cidade natal. Ele foi nomeado pelo arcebispo de Malta, Dom Joseph Mercieca como Representante para a Vida Religiosa em Malta e, mais tarde, Exorcista Oficial da Arquidiocese de Malta. 

Ele é autor de mais de 40 publicações pelo mundo em diversos idiomas: maltês, inglês, italiano, tcheco, eslovaco e português. Somente no Brasil, já são 13 títulos, todos com o selo da Palavra & Prece Editora (São Paulo/Brasil), incluindo “O AntiCristo”, “Deus te quer por inteiro” e “O líder de fé”.
Fonte: http://palavraeprece.com.br/freieliasvella/



INSCRIÇÕES PELO SITE ENCERRADAS !


                                                         

Inscrições somente no local do evento:

      R$ 30 só a participação.


Para maiores informações procurar os Coordenadores Diocesanos :

    Charlton (Diocese de Estância : (79) 9-8102-8251
    Márcia (Arquidiocese) : (79)9-9964-1602
    Patricia (Diocese de Propriá) : (79) 9-9812-0508

5 de julho de 2017

Congressinho Estadual de Ouro da RCC Sergipe

28 de junho de 2017

Congresso Estadual de Ouro da RCC Sergipe


2 de abril de 2017

Papa: Por mais pesado que seja o passado, não barremos a entrada do Senhor


Carpi (RV) – Na manhã deste domingo o Papa Francisco presidiu a Santa Missa na localidade de Carpi, atingida por um terremoto em 2012 e que provocou 28 mortes e grandes danos materiais. Setenta mil fiéis participaram da celebração.

O Papa partiu de helicóptero do Vaticano às 8h15min, tendo aterrissado cerca de 1h30min mais tarde no campo de rugny “Dorando Pietri”. Eis a sua homilia na íntegra:

“As leituras de hoje nos falam do Deus da vida, que vence a morte. Concentremo-nos, em particular, no último dos sinais milagrosos que Jesus realiza antes de sua Páscoa, no sepulcro de seu amigo Lázaro.

Ali parece que tudo acabou: o túmulo está fechado por uma grande pedra; ao redor, somente choro e desolação. Também Jesus está abalado pelo mistério dramático da perda de uma pessoa querida: “Comoveu-se profundamente” e ficou “muito perturbado”. Depois “chorou” e dirigiu-se ao sepulcro, diz o Evangelho, “mais uma vez profundamente comovido”. É este o coração de Deus: afastado do mal mas próximo de quem sofre; não faz desaparecer o mal magicamente, mas compartilha o sofrimento, o assume e o transforma habitando-o.

Observemos porém que, em meio à desolação geral pela morte de Lázaro, Jesus não se deixa tomar pelo desconforto. Mesmo sofrendo Ele mesmo, pede que se creia firmemente; não se fecha no choro, mas comovido, coloca-se a caminho em direção ao sepulcro. Não se deixa dominar pelo ambiente emotivo resignado que o circunda, mas reza com confiança e diz: “Pai, eu te dou graças”. Assim, no mistério do sofrimento, diante do qual o pensamento e o progresso se quebram como moscas no vidro, Jesus nos dá o exemplo de como nos comportar: não foge do sofrimento, que pertence a esta vida, mas não se deixa aprisionar pelo pessimismo.

Em volta daquele sepulcro, acontece assim um grande encontro-choque. De um lado, existe a grande desilusão, a precariedade da nossa vida mortal que, atravessada pela angústia pela morte, experimenta frequentemente a derrota, uma obscuridade interior que parece intransponível. A nossa alma, criada para a vida, sofre sentindo que a sua sede de eterno bem é oprimida por um mal antigo e obscuro. Por um lado existe esta derrota do sepulcro.

Mas por outro lado há a esperança que vence a morte e o mal que tem um nome: a esperança se chama Jesus. Ele não traz um pouco de bem estar ou algum remédio para prolongar a vida, mas proclama: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá”. Por isto decididamente diz: “Tirai a pedra!” e a Lázaro grita em alta voz: “Vem para fora!”.

Queridos irmãos e irmãs, também nós somos convidados a decidir de que parte estar. Se pode estar do lado do sepulcro ou do lado de Jesus. Há também quem se deixa fechar na tristeza e quem se abre à esperança. Há quem permanece preso nos escombros da vida e que, como vocês, com a ajuda de Deus, levanta os escombros e reconstrói com paciente esperança.

Diante dos grandes “porquês” da vida temos dois caminhos: ficar a olhar melancolicamente os sepulcros de ontem e de hoje ou aproximar Jesus de nossos sepulcros. Sim, porque cada um de nós já tem um pequeno sepulcro, alguma zona um pouco morta dentro do coração; uma ferida, uma injustiça sofrida ou cometida, um rancor que não dá trégua, um remorso que vai e volta, um pecado que não se consegue superar.

Identifiquemos hoje estes nossos pequenos sepulcros que temos dentro e convidemos Jesus para ir lá. É estranho, mas seguidamente preferimos estar sozinhos nas grutas obscuras que temos dentro, antes que convidar Jesus para estar lá; somos tentados em buscar sempre nós mesmos, remoendo e nos afundando na angústia, lambendo as chagas, antes que ir até Ele, que diz: “Vinde a mim, todos vós que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”.

Não deixemo-nos aprisionar pelas tentações de permanecer sozinhos e desconfiados, chorando por aquilo que nos acontece; não cedamos à lógica inútil e inconclusiva do medo, do repetir resignado de que vai tudo mal e nada é mais como antes. Esta é a atmosfera do sepulcro; o Senhor deseja ao invés disto, abrir o caminho da vida, o do encontro com Ele, da confiança nele, da ressurreição do coração, o caminho do “Levanta-te! Levanta-te, saia!”. É isto que nos pede o Senhor, e Ele está ao lado de nós para fazer isto.

Ouçamos então como dirigidas a cada um de nós as palavras de Jesus a Lázaro: “Vem para fora!”; vem para fora do emaranhado da tristeza sem esperança; desata as vendas do medo que criam obstáculo no caminho; os laços das fraquezas e das inquietações que te bloqueiam, repete que Deus desata os nós. Seguindo Jesus aprendemos a não amarrar a nossa vida nos problemas que se apresentam; sempre existirão problemas, sempre, e quando resolvemos um, pontualmente chega outro. Podemos porém encontrar uma nova estabilidade, e esta estabilidade é precisamente Jesus, esta estabilidade se chama Jesus, que é a ressurreição e a vida: com ele a alegria habita o coração, a esperança renasce, a dor se transforma em paz, o temor em confiança, a prova em oferta de amor. E mesmo que não faltem os pesos, haverá a sempre a sua mão que nos levanta novamente, a sua Palavra que nos encoraja e diz a todos nós, a cada um de nós: “Venha para fora! Venha para mim!”. Diz a todos nós: “Não tenham medo!”.

Também a nós hoje, como então, Jesus diz: “Tirai e pedra!”. Por mais pesado que seja o passado, grande o pecado, forte a vergonha, não barremos a entrada do Senhor. Tiremos diante d’Ele a pedra que lhe impede de entrar: é este o tempo favorável para remover o nosso pecado, o nosso apego às vaidades mundanas, o orgulho que nos bloqueia a alma, tantas inimizades entre nós, nas famílias... esta é o momento favorável para remover todas estas coisas.

Visitados e libertados por Jesus, peçamos a graça de ser testemunhas de vida neste mundo que tem sede dele, testemunhas que suscitam e ressuscitam a esperança de deus nos corações cansados e pesados pela tristeza. O nosso anúncio é a alegria do Senhor vivo, que ainda hoje diz, como a Ezequiel: “Eis que eu abrirei os vossos sepulcros, e vos farei subir das vossas sepulturas, ó povo meu”.


8 de fevereiro de 2017

Papa: Não se aprende, sozinho, a esperar. Não é possível.


A esperança é fonte de conforto recíproco: este foi o tema da catequese do Papa Francisco na Audiência Geral desta quarta-feira (08/02), na Sala Paulo VI, no Vaticano.

Prosseguindo com a leitura da Primeira Carta de Paulo aos Tessalonicenses, o Pontífice destacou que “a esperança cristã não tem somente um respiro pessoal, individual, mas comunitário, eclesial”.



“Não se aprende, sozinho, a esperar. Não é possível. A esperança, para se alimentar, precisa de um corpo, em que os vários membros se apoiam e se animam reciprocamente. Isto significa que esperamos, porque muitos irmãos e irmãs nos ensinaram a esperar e mantiveram viva a nossa esperança. Dentre eles se destacam os pequenos, os pobres, os simples e os marginalizados. Não conhece a esperança quem se fecha no próprio bem-estar. Espera somente em seu bem-estar e isso não é esperança. É segurança relativa”, disse Francisco. 

Corpo solidário

“Quem espera são aqueles que experimentam a cada dia a provação, a precariedade e o próprio limite. Esses nossos irmãos nos dão o testemunho mais bonito, mais forte, porque permanecem firmes na confiança em Deus, sabendo que além da tristeza, da opressão e da inevitabilidade da morte, a última palavra será a sua, uma palavra de misericórdia, vida e paz”, sublinhou ainda o Santo Padre. 
Segundo o Papa, “a morada natural da esperança é um corpo solidário. No caso da esperança cristã, este corpo é a Igreja”.

“Os primeiros a serem chamados a alimentar a esperança são aqueles aos quais foram confiados o cuidado e a orientação pastoral; e não por serem melhores do que os outros, mas em virtude do ministério divino, que supera as suas próprias forças. Por isso eles têm tanta necessidade de respeito, de compreensão e do apoio benevolente de todos.”

Consolo

Francisco sublinhou que “o Apóstolo Paulo pede a nossa atenção aos irmãos e irmãs cuja esperança corre maior risco de cair no desespero”:

“Refere-se aos desanimados, os frágeis, os oprimidos pelo peso da vida e das próprias culpas que estão sem forças para se levantar. Nestes casos, a proximidade solidária e o calor da Igreja deve fazer-se ainda mais intenso e amoroso, sob as formas de compaixão, que não é ter piedade, mas sofrer com o outro, aproximar-se de quem sofre, conforto e consolo.”

Como escreve Paulo aos Romanos, «nós, os fortes, temos o dever de carregar as fraquezas dos que são frágeis e não procurar aquilo que nos agrada». “Este dever não está circunscrito aos membros da comunidade eclesial, mas estende-se a todo o contexto civil e social como apelo a não criar muros mas pontes, a não pagar o mal com o mal mas vencer o mal com o bem, a ofensa com o perdão, a viver em paz com todos. O cristão nunca deve dizer: Você vai me pagar! Este não é um gesto cristão! A ofensa é vencida com o perdão.”

Espírito Santo

“Esta é a Igreja e isto é o que realiza a esperança cristã, quando assume os traços fortes e, ao mesmo tempo, tenros do amor. O amor é forte e tenro. É belo! O sopro vital, a alma desta esperança é o Espírito Santo. Sem o Espírito Santo não há esperança. Ele é quem molda as nossas comunidades, num Pentecostes perene, como sinais vivos de esperança para a família humana”. 

No final da audiência, o Papa Francisco recordou que nesta terça-feira (07/02), foi beatificado em Osaka, no Japão, Justo Takayama Ukon, leigo japonês martirizado, em Manila, em 1615. “Ao invés de negar sua fé, renunciou a honrarias e privilégios, aceitando a humilhação e o exílio. Permaneceu fiel a Cristo e ao Evangelho. Por isso, é um grande exemplo de fortaleza na fé e dedicação na caridade”.

O Papa lembrou que no próximo sábado, Festa de Nossa Senhora de Lourdes, se realizará o 25º Dia Mundial do Enfermo. A celebração principal se realizará em Lourdes e será presidida pelo Secretário de Estado, Cardeal Pietro Parolin. Francisco convidou a rezar, por intercessão da Santa Mãe de Deus, pelos doentes, especialmente os mais graves e sozinhos, e também por todos aqueles que cuidam deles.  

6 de fevereiro de 2017

Papa: Quando você se torna escravo do amor, está livre!

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa iniciou a semana celebrando a missa na capela da Casa Santa Marta. Francisco desenvolveu sua homilia partindo do Salmo 103, um canto de louvor a Deus por suas maravilhas.

“O Pai trabalha para fazer esta maravilha da criação e para fazer com o Filho esta maravilha da recriação. O Pontífice recordou que uma vez uma criança lhe perguntou o que Deus fazia antes de criar o mundo. E a sua resposta foi: “Ele amava”.


Não se refugiar na rigidez dos mandamentos

Por que então Deus criou o mundo? “Simplesmente para compartilhar a sua plenitude – afirmou o Papa – para ter alguém a quem dar e com o qual compartilhar a sua plenitude”. E na re-criação, Deus envia o seu Filho para “re-organizar”: faz “do feio, bonito; do erro, verdade; do mau, bom”.

“Quando Jesus diz: ‘O Pai sempre atua; também eu atuo sempre', os doutores da lei se escandalizaram e querem matá-lo por isso. Por quê? Porque não sabiam receber as coisas de Deus como um dom! Somente como justiça: ‘Estes são os mandamentos. Mas são poucos, vamos fazer mais. E ao invés de abrir o coração ao dom, se esconderam, procuraram refúgio na rigidez dos mandamentos, que eles tinham multiplicado por 500 vezes ou mais … Não sabiam receber o dom. E o dom somente se recebe com a liberdade. E esses rígidos tinham medo da liberdade que Deus nos dá; tinham medo do amor”.

O cristão é escravo do amor, não do dever

Por isso querem matar Jesus depois que diz isso, observou Francisco. Porque Ele disse que o Pai fez esta maravilha como dom. Receber o dom do Pai!”:

“E por isso hoje louvamos o Pai: ‘És grande Senhor! Nós te queremos bem porque me destes este dom. Salvou-me, me criou’. E esta é a oração de louvor, a oração de alegria, a oração que nos dá a alegria da vida cristã. E não aquela oração fechada, triste, da pessoa que não sabe receber um dom porque tem medo da liberdade que um dom sempre traz consigo. Somente sabe fazer o dever, mas o dever fechado. Escravos do dever, mas não do amor. Quando você se torna escravo do amor, está livre! Esta é uma bela escravidão! Mas eles não entediam isso”.

Receber o dom da redenção

Eis as “duas maravilhas do Senhor”: a maravilha da criação e a maravilha da redenção, da re-criação. O Papa então se questionou: Como recebe essas maravilhas?”:

“Como eu recebo isto que Deus me deu – a criação – como um dom? E se o recebo como um dom, amo a criação, protejo a Criação? Porque foi um dom! Como recebo a redenção, o perdão que Deus me deu, o fazer-me filho com o seu Filho, com amor, com ternura, com liberdade ou me escondo na rigidez dos mandamentos fechados, que sempre sempre são mais seguros – entre aspas – mas não dão alegria, porque não o faz livre. Cada um de nós pode perguntar-se como vive essas duas maravilhas, a maravilha da criação e ainda mais a maravilha da re-criação. E que o senhor nos faça entender esta grande coisa e nos faça entender aquilo que Ele fazia antes de criar o mundo: amava! Nos faça entende o seu amor por nós e nós podemos dizer – como dissemos hoje - ‘És tão grande Senhor! Obrigado, obrigado!’. Vamos adiante assim”.


18 de janeiro de 2017

Jesus no Litoral Sergipe: Um testemunho de amor



O Jesus no Litoral Sergipe aconteceu na cidade de Barra dos Coqueiros, entre os dias 04 e 08 de janeiro de 2017. Essa foi a 3ᵒ edição do projeto no estado, que contou com mais de 200 missionários vindos das três dioceses. A missão foi acolhida pelo Padre Fabiano dos Santos, pároco da paróquia Santa Luzia, onde ocorreram algumas atividades. 

A missão foi marcada por momentos de adoração, procissão com Jesus Eucarístico pelas ruas da cidade que contagiou as pessoas por onde passou, levando alegria e amor e um grande show com a Banda Filius Mater Dei. 

Os momentos de evangelização porta a porta e na praia marcaram a vida dos missionários, que evangelizavam e ao mesmo tempo eram evangelizados. Eles levaram o seu testemunho com o amor de Deus, pois eles falavam aquilo que experimentam no dia a dia.  






20 de novembro de 2016

Da Misericórdia à Chama Jubilar



O ano de 2016 foi marcado por dois acontecimentos importantes: o Ano Jubilar da Misericórdia, o qual se encerrará hoje, dia 20 e a Abertura do Ano Jubilar da RCC com o acender da Chama Jubilar em Julho na cidade de Aparecida (SP).

O Ano da Misericórdia se encerra, mas a misericórdia de Deus por seus filhos continua, e o chamado a sermos misericordiosos.

A chama que foi acessa em Aparecida (SP), está se espalhando por todas as dioceses do estado, a primeira a receber a chama foi à Diocese de Estância, em seguida a Arquidiocese de Aracaju e por último a Diocese de Propriá. E a partir dai se espalhou por todos os Grupos de Oração de Sergipe. E a alegria de Pentecostes se fez presente em cada cerimonia.

E hoje somos chamados a sermos guardiões dessa chama, e espalhá-la aos quatros cantos do estado. De levarmos a verdade, a verdade plena que é Jesus Cristo.

No próximo ano, teremos duas comemorações, uma com o Papa Francisco em Roma dia 29 de maio de 2017 com nossos irmãos da RCC de outros países, e uma aqui que acontecerá nos dias 28/07 a 02/07 na Canção Nova, na cidade de Cachoeira Paulista (SP). É o Deus misericordioso que se derrama de amor por nós!

Rumo ao Jubileu de Ouro da RCC!
 
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